Se janeiro é o mês das intenções, fevereiro é o mês da realidade.
As resoluções continuam lá, mas o dia a dia já não dá tréguas. O trabalho não abranda, as agendas enchem-se e o ritmo instala-se. Fevereiro é quando percebemos uma coisa essencial: se trabalhar melhor exige esforço constante, alguma coisa não está bem.
Porque trabalhar melhor não devia dar trabalho. Devia ser consequência de boas condições. E, como sempre, o material tem sempre razão.
Quando o esforço se acumula onde não devia
Em fevereiro já não estamos a “começar”. Estamos a fazer. E é precisamente aí que o desconforto aparece com mais clareza: a cadeira que cansa, a secretária que atrapalha, a organização que nunca chega a acontecer.
O bom material é o que desaparece do pensamento
Nos dias que correm bem, não pensamos no processo.
- Não ajustamos a cadeira a cada hora.
- Não testamos a caneta antes de escrever.
- Não procuramos onde apontar.
O material certo faz o seu trabalho sem pedir atenção. E quando isso acontece, sobra energia para aquilo que realmente importa.

Fevereiro é o mês da verdade
Fevereiro quando percebemos o que funciona e o que só “dava para desenrascar”. É também o momento certo para fazer ajustes simples, mas duradouros. Trocar o que atrapalha, melhorar o que falha, criar um espaço que acompanhe o ritmo do dia a dia.
Não para trabalhar mais, mas para trabalhar melhor.
Menos resistência, mais fluidez
Trabalhar não devia ser uma sucessão de pequenos obstáculos. Devia fluir.
Quando o material está certo, o trabalho deixa de exigir esforço extra. E o dia corre com menos interrupções, menos cansaço e mais foco.
Fevereiro não pede recomeços. Pede continuidade. Pede escolhas que sustentem o trabalho todos os dias, não só no início do ano. Porque trabalhar melhor não devia dar trabalho.
E quando há dúvidas, há uma regra que continua a cumprir-se: o material tem sempre razão.

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